quinta-feira, abril 21, 2011

Porque não me lês?...



Falo, digo, repito, grito... Escrevo. Sinto, sinto muito (talvez demais), tenho a pele fina, entra-me pelos poros a realidade como uma tatuagem marcada a ferro e fogo da qual não posso fugir.
Porque não me lês?


Escrevo... Falo, digo, repito, grito. Talvez não tenha jeito para o discurso directo, sim eu sou mais de metáforas e figuras de estilo. Dou voltas, digo sem dizer, não sei ser directa. Mas explico tudo a quem tiver disposto a ouvir.
Porque não me lês?


Repito, grito, falo, digo. E fico perdida entre as minhas palavras que esvoaçam à minha roda, sentada à beira-rio onde, sozinha, escrevo...
Porque não me lês?


Liliana


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